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"Vinicius de Moraes"
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Vinicius de Moraes

Vinicius de Moraes

09/10/2015

Homenagem aos 100 anos do Poetinha. Histórias sobre sua vida e obra, a partir do álbum Vinicius de Moraes – Negro Demais no Coração, lançado por Joyce Moreno em 1989. Convidada: Joyce Moreno, cantora e compositora.

Especial Ponto Com

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Rua Vinícius de Moraes

Rua Vinícius de Moraes

19/10/2015

Quiz 450 Anos

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São 100 Vinicius

São 100 Vinicius

26/08/2013

Em homenagem ao centenário de Vinicius de Moraes, o programa apresenta o projeto que leva a escolas da Rede o espetáculo São 100 Vinicius, unindo música e poesia. Convidados: Sergio Fonta, ator, escritor e diretor de São 100 Vinicius; e Maria Pompeu, atriz e autora do espetáculo.

Conceito & Ação

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Sylvinha Telles e a sua contribuição para a bossa nova

Sylvinha Telles e a sua contribuição para a bossa nova

27/08/2020

  Sylvinha Telles, 1957 Imagem: Fundo Última Hora/Arquivo Nacional Declarada como Patrimônio Cultural Carioca de Natureza Imaterial pela Prefeitura do Rio, a bossa nova surgiu nos bairros da Zona Sul do Rio de Janeiro, no final da década de 1950. O tom de voz mais baixo, as letras com temas mais leves, e as invenções melódicas inspiradas no jazz norte-americano conquistaram rapidamente os jovens da classe média carioca. Apesar de o movimento musical ser protagonizado, majoritariamente, por homens, é impossível deixar de lado a participação feminina. Dentre os grandes nomes, temos Sylvinha Telles.  Com um canto cheio de leveza, Sylvinha já trazia um ar moderno em suas performances antes mesmo de João Gilberto produzir a revolucionária batida diferente. Filha da parisiense Marie Amélie D'Atri e do carioca Paulo Telles, a cantora nasceu no dia 27 de agosto de 1934. Ela estudou no Colégio Sagrado Coração de Maria e fez aulas de balé com a professora Madeleine Rosay, no Corpo de Baile do Theatro Municipal do Rio, já que seu grande sonho era ser bailarina. Posteriormente, ao realizar um curso de teatro, descobriu seu talento para cantar.  Sylvinha e a bossa nova Aos 18 anos, começou a namorar João Gilberto, que, recém-chegado da Bahia, veio compor o grupo Garotos da Lua . Apesar de o relacionamento ter durado pouco, já que o pai de Sylvinha era contra a união, o namoro acabou despertando ainda mais o interesse da futura cantora pelas artes. Sylvinha sempre demonstrou grande determinação em seguir a carreira artística. Com apenas 19 anos, escondida do pai, apresentou-se no programa Calouros em Desfile, comandado por Ary Barroso, na Rádio Tupi. Seu irmão, Mário Telles, para ajudá-la, induziu seu Paulo a ouvir o programa na rádio. Ao perceber que era sua filha, viu que seria difícil impedi-la de seguir a carreira. Sylvinha logo conseguiu seu primeiro trabalho como assistente de palco no programa infantil do Palhaço Carequinha, na TV Tupi. Em 1955, foi chamada para participar da revista musical Gente de bem e Champanhota, realizada no Teatro Follies, em Copacabana. Lá, interpretou a canção Amendoim Torradinho, de Henrique Beltrão, acompanhada do cantor e violonista José Cândido de Mello, o famoso Candinho. No mesmo ano, Sylvinha gravou, pela Odeon, as músicas Amendoim Torradinho e Desejo, de Garoto, José Vasconcelos e Luiz Cláudio, acompanhada no violão por Candinho, com quem se casou logo depois. O casal apresentou o programa Música e Romance, na TV Rio, onde recebia convidados como Tom Jobim, Dolores Duran, Johnny Alf e Billy Blanco, para cantar e conversar. No mesmo período, a cantora lançou mais duas gravações em 78 rpm: Menina, de Carlos Lyra, e Foi a noite, de Tom Jobim e Newton Mendonça. O disco é considerado um dos precursores da bossa nova. Candinho e Sylvia tiveram uma filha, Cláudia Telles, mas acabaram se separando logo após o nascimento da menina. Em 1957, a cantora lançou seu primeiro LP, Carícia, que contou com canções de grandes compositores, como Tom Jobim, Vinicius de Moraes e Tito Madi, além da participação do cantor Lúcio Alves na faixa Tu e Eu. No anoseguinte, foi atração principal em um show no Grupo Universitário Hebraico, que reuniu Carlos Lyra, Nara Leão e outros músicos ligados à bossa nova. Ronaldo Bôscoli, apresentador do espetáculo, queria João Gilberto como nome principal, mas ele não estava disponível. Sylvinha, que, apesar de muito nova, já era cheia de bossa, recebeu então o convite. Primeiro LP de Sylvinha, lançado em 1957 Imagem: Gravadora Odeon  Sua carreira musical se intensificou em 1959, quando, em apenas quatro meses, lançou dois LPs com um total de 24 canções, sendo 18 de Tom Jobim. Com um refinado acompanhamento orquestral, o segundo disco, Amor de gente moça, a consagrou como cantora profissional. Sylvinha viajou para os Estados Unidos em 1961, onde gravou o disco Sylvia Telles USA, com músicas de destaque como Canção que morre no ar, de Carlos Lyra e Ronaldo Bôscoli, e Manhã de Carnaval, de Luis Bonfá e Antonio Maria. A produção do disco foi feita por Aloysio de Oliveira, com quem Sylvinha foi casada por quatro anos.  A cantora permaneceu um tempo no exterior e continuou com sua agenda de shows. Ao lado de Tom Jobim, Os Cariocas, Alaíde Costa e Carlinhos Lyra, Sylvinha participou do show O remédio é bossa, realizado no Teatro Paramount, em São Paulo, em 1964. No mesmo ano, sofreu um grave acidente de carro ao dormir ao volante. Dois anos depois, já recuperada, se apresentou na República Federal da Alemanha, junto com Edu Lobo. Aos 32 anos e no auge da carreira, Sylvinha, que havia acabado de voltar da turnê pela Alemanha Ocidental e se preparava para gravar um novo disco em Nova York, faleceu em seu segundo acidente de carro, junto com o namorado Horacinho de Carvalho, no ano de 1966. Considerada uma das maiores intérpretes da bossa nova, deixou, em sua curta carreira, discos que foram essenciais para a modernização da música brasileira. A cantora é lembrada até hoje como uma artista a frente de sua época, sendo uma das primeiras a romper com velhos preconceitos no meio musical. * Estagiária com a supervisão de Carlos Fraga

Reportagens

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XXIX Fecem - Melhores momentos

XXIX Fecem - Melhores momentos

26/09/2017

Compacto da cerimônia de encerramento do Festival da Canção das Escolas Municipais de 2017. Esta edição teve como tema "Brasil dos Festivais: de Vinicius de Moraes a Geraldo Vandré" e homenageou a cantora Nara Leão.

Especial

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Ipanema

Ipanema

25/08/2016

Charmoso e sofisticado, um dos berços da bossa nova. Locais visitados: Praça N. Sra. da Paz, Rua Vinícius de Moraes (Toca do Vinícius), Bar Garota de Ipanema, Casa de Cultura Laura Alvim, Arpoador e Parque Garota de Ipanema.

Ficaadica - Caminhos Cariocas

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Ipanema

Ipanema

08/10/2015

Charmoso e sofisticado, um dos berços da bossa nova. Locais visitados: Praça N. Sra. da Paz, Rua Vinícius de Moraes (Toca do Vinícius), Bar Garota de Ipanema, Casa de Cultura Laura Alvim, Arpoador e Parque Garota de Ipanema.

Caminhos Cariocas

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Bossa Nova: Grandes Sucessos

Bossa Nova: Grandes Sucessos

06/07/2015

Como tudo começou, as influências e as características do ritmo. Músicas: composições de João Gilberto,Tom Jobim, Nilton Mendonça, Vinicius de Moraes e outros compositores, e interpretação de Elizete Cardoso, Marisa Gata Mansa e outros ícones da Bossa Nova.

Ritmos Cariocas

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C.M. Sônia Maria de Moraes Angel Jones (6ª CRE) - eixo Educação das Relações Étnico-raciais

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28/06/2023

Conheça o projeto Pequenos Pensadores em Cores da Terra, realizado na Creche Municipal Sônia Maria de Moraes Angel Jones (6ª CRE), na Pavuna.

Boas Práticas da Rede

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Aluno da E.M. Marechal Mascarenhas de Moraes (1ª CRE) lança seu primeiro livro

Aluno da E.M. Marechal Mascarenhas de Moraes (1ª CRE) lança seu primeiro livro

29/10/2019

Marcos David de Sousa do Vale, aluno do 6º ano, lança seu primeiro livro, A Era dos Vampiros, com uma manhã de autógrafos na Sala de Leitura Cecília Meireles, na E.M. Marechal Mascarenhas de Moraes, no Caju (1ª CRE), onde estuda.

Reportagens

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C.M. Sonia Maria de Moraes Angel Jones (6ª CRE) e E.M. Embaixador Barros Hurtado (4ª CRE)

C.M. Sonia Maria de Moraes Angel Jones (6ª CRE) e E.M. Embaixador Barros Hurtado (4ª CRE)

19/07/2023

Acompanhe a conversa sobre duas iniciativas desenvolvidas em escolas cariocas que trabalham a educação das relações étnico-raciais

Podcast MultiRio Live - Boas Práticas da Rede

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Marcos Vinicius da Silva Barbosa, professor de Matemática

Marcos Vinicius da Silva Barbosa, professor de Matemática

04/11/2016

Aulas de culinária ajudam a ensinar conceitos matemáticos.

Perfil do Professor

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Pedro Moraes

Pedro Moraes

06/07/2015

Cantor, poeta, compositor e percussionista.

Compositores da MPB

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O futuro é verde

O futuro é verde

26/10/2023

Pensar novas cadeias produtivas com foco na sustentabilidade traz benefícios operacionais e estratégicos para a proteção do planeta e o desenvolvimento humano. Para conversar sobre esses temas, Flavia Lobo recebe, no estúdio do #educa, o professor do departamento de Biologia Marinha da UFRJ e doutor em Ecologia, Vinícius Peruzzi. Eles conversam, também, sobre economia azul e empregos verdes.

#educa

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Identidades raciais positivas, equidade e agências educadoras no cotidiano escolar

Identidades raciais positivas, equidade e agências educadoras no cotidiano escolar

23/10/2023

Mesa: Identidades raciais positivas, equidade e agências educadoras no cotidiano escolar da III Jornada da GERER. Palestrantes: Aurelian Tenório, diretora da Creche Municipal Sonia Maria Jones (6ª CRE); Diego Leonardo Parreira Teixeira, diretor do Centro Municipal de Referência de Educação de Jovens e Adultos (CREJA) e Marcus Vinicius Rocha Vieira, diretor adjunto da E.M. José Emygdio de Oliveira (5ª CRE). Mediadora: Joana Oscar, da Coordenadoria de Diversidade, Cultura e Extensão Curricular da SME-Rio.

III Jornada da GERER (2023)

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Transtorno do Espectro Autista

Transtorno do Espectro Autista

24/04/2019

  Abril é o mês de conscientização sobre o autismo. O neurologista Jair Luiz de Moraes traz informações atualizadas sobre o tema.

Reportagens