ACESSIBILIDADE:
Acessibilidade: Aumentar Fonte Acessibilidade: Retornar Fonte ao Tamanho Original Acessibilidade: Diminuir Fonte
Ícone do YouTube Ícone do Facebook Ícone do Instagram Ícone do Twitter Ícone do Tik Tok
Ícone Sanduíche para Navegação
Logotipo do Projeto Cartografias de Boas Práticas da Rede Navegue pelo mapa e conheça as diferentes ações escritas e promovidas por profissionais de toda a nossa Rede.
Boas Práticas
Midiaeducação
Fato ou fake sobre povos indígenas
Informações
Relato
Resultados Observados
UNIDADE DE ENSINO
EM Madrid - 2ª CRE
Rua Maxwell 8 - Vila Isabel
UNIDADE ESCOLAR VOCACIONADA
Unidade não vocacionada
AUTOR(ES)
Bia Alexandrisky
Bia Alexandrisky é formada na UFRJ em Direção Teatral; na CAL em interpretação; e na Cândido Mendes em licenciatura. Atualmente ministra aulas na Escola Municipal Madrid.
CARGO/FUNÇÃO DO AUTOR
Professora
ANOS/GRUPAMENTOS ENVOLVIDOS
9º ano
OBJETIVOS

O objetivo da atividade foi promover uma discussão, com alunos do 9º ano, sobre informações que costumam ser disseminadas sobre povos indígenas na mídia, a fim de que eles possam reconhecer o que é verdadeiro e o que é falso e, assim, romper com estereótipos que circulam na sociedade em relação aos indígenas, compreender a enorme diversidade cultural que existe entre esses povos no Brasil e ser capaz de acompanhar e se inserir no debate sobre as questões indígenas que circulam na mídia atualmente. Além disso, a atividade também teve o objetivo de discutir com os alunos o que são fontes confiáveis de informação e como reconhecer as chamadas “fake news”.

HABILIDADES
9º ano - Artes Cênicas - Valorizar diferentes aspectos das matrizes estéticas e culturais, indígenas, africanas e europeias, de diferentes épocas, proporcionando novas experiências estéticas e culturais
PERÍODO DE REALIZAÇÃO
Abril/2023 até Abril/2023
A atividade foi realizada em 19 de abril de 2023, Dia dos Povos Indígenas, com uma turma de 9º ano, em parceria com um grupo de pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Instituto NUTES/UFRJ). Iniciou-se com uma conversa sobre como os alunos se informam, que fontes consultam e o que são “fake news”. Em seguida, foi distribuída uma ficha para que cada aluno respondesse duas perguntas: “O que eu sei sobre povos indígenas?; O que eu quero saber sobre povos indígenas?”. Logo depois, cada aluno recebeu uma plaquinha verde com a palavra FATO e uma plaquinha vermelha com a palavra FAKE. Uma apresentação em slides foi preparada com frases que os alunos deveriam avaliar se as consideravam verdadeiras (levantar a plaquinha FATO) ou falsas (levantar a plaquinha FAKE). Os alunos eram estimulados a explicar o porquê de suas respostas e, em seguida, era mostrado algum texto, imagem ou vídeo trazendo dados sobre a veracidade da informação ou esclarecendo por que seria falsa. Por exemplo, uma das frases debatidas foi: “Os indígenas perderam sua cultura”. Esta informação falsa costuma ser apresentada em algumas fontes da mídia como argumento para deslegitimar a luta pelos direitos dos povos indígenas. Foram apresentados dois vídeos em que indígenas questionam essa visão equivocada e mostram que sua cultura ancestral pode conviver com modernidades como a internet, sem que isso signifique que deixaram de ser indígenas. Todos os textos, imagens e vídeos priorizaram aqueles em que os próprios indígenas contam sua história. Vídeos produzidos por jovens indígenas, influencers digitais, foram utilizados para trazer a identificação e a aproximação da linguagem das redes sociais que os estudantes também utilizam no seu cotidiano. Ao fim da apresentação, os alunos receberam outra ficha com a pergunta: “O que eu aprendi sobre povos indígenas?”. A ideia era que eles percebessem as concepções prévias que tinham sobre indígenas, formadas por possíveis estereótipos e preconceitos. Foi possível perceber que os alunos participaram com muito entusiasmo e se envolveram nas discussões com bastante interesse. Os registros das fichas indicam que o que a maioria dos alunos sabia sobre povos indígenas está relacionado a um senso comum, como “andam nus”, “fazem pinturas no corpo”, além das lendas folclóricas e a ideia de que fazem parte do passado. A maioria relatou interesse em aprender mais sobre as culturas desses povos e como vivem atualmente. Por fim, o que mais apareceu nos registros sobre o que aprenderam foi relacionado à diversidade de línguas e presença de indígenas em todas as regiões do Brasil, à vulnerabilidade a doenças, à integração dos indígenas em faculdades e nas redes sociais.
Os alunos ficaram muito interessados no assunto e a grande maioria relatou interesse em pesquisar e aprender mais sobre as culturas desses povos e como vivem atualmente. Por fim, o que mais apareceu nos registros sobre o que aprenderam foi relacionado à diversidade de línguas e presença de indígenas em todas as regiões do Brasil, à vulnerabilidade a doenças, à integração dos indígenas em faculdades e nas redes sociais.
Registros
IMAGENS
PDFs
Envie sua mensagem
E aí, professor(a)?

Gostou dessa ação, tem alguma sugestão ou quer tirar alguma dúvida com este(a) professor(a)? Mande uma mensagem para ele(a) aqui. As Cartografias também consistem neste espaço de trocas e compartilhamentos do que se produz na Rede Municipal de Educação carioca.