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Boas Práticas
Educação das Relações Étnico-Raciais | Anos Finais
Time ID Étnico-racial
Informações
Relato
Resultados Observados
TEMÁTICA SELECIONADA
  • Práticas de educação das relações étnico-raciais
UNIDADE DE ENSINO
EM Finlândia - 7ª CRE
Avenida do Canal do Rio Caçambê 392 - Camorim
AUTOR(ES)
Bruno Torres, Carlos Tayão, Cláudia Figueiredo, Pedro Parga e Débora Costa

Bruno Torres é doutor em Letras Clássicas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e professor de Língua Portuguesa na rede municipal (SME-Rio).

Carlos Tayão tem formação continuada em Educação Matemática pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e é professor de Matemática na rede municipal (SME-Rio) e na rede estadual (Seeduc-RJ).

Cláudia Figueiredo é professora de História na rede municipal (SME-Rio) e na rede estadual (Seeduc-RJ).

Pedro Parga é doutor em História Social pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e professor na rede municipal (SME-Rio).

Débora Costa é doutora em Estudos de Linguagem pela Universidade Federal Fluminense (UFF/Europa Universität Viadrina) e coordenadora pedagógica na E.M. Finlândia (7ª CRE) em Jacarepaguá.

CARGO/FUNÇÃO DO AUTOR
Professores/ Coordenação Pedagógica
ANOS/GRUPAMENTOS ENVOLVIDOS
7º ano
8º ano
9º ano
Carioca II
OBJETIVOS
O Time ID Étnico-racial objetiva promover constantemente a educação antirracista no espaço escolar. Por meio de atividades pedagógicas como debates, rodas de conversa, palestras, documentários e visita a um quilombo, fomentamos o empoderamento de estudantes pretos e a conscientização de toda a comunidade escolar sobre a importância da valorização da cultura indígena e afrocentrada.
ANOS DE ESCOLARIDADE
7º ano , 8º ano , 9º ano e Carioca II
HABILIDADES
7º ano - História - Identificar o continente africano como o continente berço da humanidade, contribuindo para o conhecimento da origem da espécie humana.
8º ano - História - Identificar a complexidade e as interações entre as sociedades americanas, europeias, africanas e asiáticas no contexto das Grandes Navegações, procurando identificar aspectos e processos específicos das sociedades africanas e americanas antes da chegada dos europeus: organização social, desenvolvimento de saberes e técnicas.
PERÍODO DE REALIZAÇÃO
Março/2022 até atualmente
PÁGINA(S) DA PRÁTICA/PROJETO NA INTERNET

O público envolvido é a comunidade escolar, abrangendo professores, alunos, responsáveis e o Quilombo do Camorim. A metodologia é dialógica e sociointeracionista, com ênfase na educação decolonial.

As competências envolvidas são:

  • conscientização da importância da oralidade para as culturas ancestrais, especificamente as culturas do continente africano;
  • ênfase no fato de que a transmissão de conhecimento, cultura e ensinamentos através da oralidade precede a existência da escrita; e
  • fortalecimento dos conhecimentos míticos da cultura indígena.

Este grupo de trabalho compõe os quatro times do projeto político-pedagógico da unidade escolar.

Observamos, na prática, que os alunos melhoraram a autoestima e manifestaram engajamento na temática, diminuindo práticas discursivas racistas.
Registros
IMAGENS
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